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| PENSADOR Montagem a partir da escultura de Auguste Rodin. A raça labrador tem se destacado como modelo de conduta e pensamento de seus donos |
O ser humano anda mesmo desorientado. Prova maior do fato é que as pessoas andam recorrendo a conselhos nas fontes mais heterodoxas – e, agora, até mesmo não-humanas. A mais recente onda é enxergar os cães como gurus. Com o fim das utopias, o descrédito dos mestres da auto-ajuda e do cartaz dos pensadores pós-modernos franceses, os cães assumem o facho da verdade e se candidatam a se tornar os maiores filósofos da atualidade. Surge no horizonte do saber a nova escola. Pode ser chamada de Au-Auto-Ajuda.
Eles são os genuínos discípulos do velho Quincas Borba, de Machado de Assis, cão herdeiro de um filósofo cínico de mesmo nome que inspirou Rubião a formular a frase: “Ao vencedor, as batatas!”. Cínico, aliás, é uma palavra que tem como origem o termo kúon, cachorro em grego, usado para designar o filósofo Diógenes (400 a.C.-325 a.C.). Ele era um misantropo que rejeitava a ciência e morava num barril, como os animais. A condição selvagem lhe permitia observar a civilização com maior objetividade. Sob a inspiração cínica, os melhores amigos do homem dão lições de vida, dicas de namoro, sugestões de etiqueta, exercícios de neurolingüística e até conselhos para o universo do trabalho – munidos não de um corpo doutrinário, mas apenas s da força do olhar e do abanar de rabo. Quem são os novos pensadores? Destacamos, aqui, alguns dos mais influentes representantes da Nova Academia. Infelizmente, eles (ainda) não podem dar declarações. A exemplo de Sócrates, na Grécia Clássica, nada escrevem. Preferem passar suas teorias com discrição aos seguidores.
O maior deles é Marley. Labrador cujo pedigree remonta aos tempos de Hegel e (sem trocadilho) Kant, ele cativou seu dono, John Grogan, desde que chegou embrulhado para presente. Hoje o livro Marley e Eu – Vida e Amor ao Lado do Pior Cão do Mundo tornou-se sucesso planetário. É a história de uma mascote que termina por conquistar seu suposto proprietário – que a segue, digamos, como um cãozinho. No fim, Marley dá uma lição de conduta e resistência.
Ao morrer, Marley deixou uma matilha de apóstolos, tanto leitores como autores e pets da mesma espécie. E agora proliferam novos livros, sempre acompanhados de subtítulos que ofuscam os títulos em criatividade.
Orson – Um Cachorro para Toda a Vida, de John Katz (Katz quer dizer gato em alemão, mas o autor é especialista em livros de cinofilia), vem recomendado por Marley em carne e osso, cuja foto, com expressão inteligente, consta da capa. O defeito da obra é que Katz quer concorrer com Orson, um border collie com talentos inatos para o pastoreio e a contemplação da natureza. “É um ponto de honra entre os adestradores que os problemas dos cães são quase sempre seus donos”, escreve Katz. “Meu cão e eu éramos ambos impulsivos, impacientes, propensos à distração e inquietos.” Mas Orson, diferentemente de Katz, mostrou-se um sujeito de alta sapiência, ou, como definiu seu dono, virou “um símbolo de ser humano”: maluco, trapalhão e... sublime. Ao morrer, legou saudade e pensamentos que renderam a seu dono milhões de dólares, sem exigir nenhum tipo de recompensa além do amor.
O livro De Bagdá, com muito Amor – Um Soldado e um Cachorro na Guerra do Iraque, do tentente-coronel Jay Kopelman e cooperação de Melinda Roth, faz sucesso no Brasil com a história de Lava, um cachorrinho iraquiano que lambe as botas dos soldados e salva a vida de Kopelman. Quer melhor método para lidar com os invasores? Levado à Califórnia, Lava tem passado seus dias em meditação, talvez com saudade do Iraque. Moral da história: Lava ensina as dificuldades que podem ser superadas, especialmente se você fugir da zona de perigo e virar estrela na Califórnia. Lava tem inspirado muitos soldados americanos a lhe seguir o exemplo. O livro virou sucesso no jornal The New York Times. E, mesmo com certa relutância, Lava se tornou um militante pacifista.
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| PÉ (E PATA) NA ESTRADA Fábio Lamachia é puxado pelo cão Farofa em São Paulo. Cansados da rotina da metrópole, eles partiram para uma romaria pelo Brasil |
Outro best-seller do jornal nova-iorquino é o livro Minha Vida, Meus Cães – Um Amor Incondicional, uma Lição de Vida, de Mark Doty. Poeta profissional, o autor encontrou nas mascotes caninas o consolo para a perda de seu companheiro, Wally, que morreu de aids. Dois cães o ajudaram a atravessar o momento trágico, a lidar com as perdas amorosas e a morte de entes queridos. Arden, um retriever negro, e Beau, golden retriever, formaram com seu dono um cenáculo de sábios da Au-Auto-Ajuda. Ao longo do livro, travam discussões de incrível densidade. A certa altura, como a captar o olhar de seus confrades, Doty faz a comparação animal–pessoa, algo que se repete ad nauseam. “Ser uma pessoa é provavelmente uma empreitada muito mais solitária que ser um cachorro”, reflete, para adiante perguntar aos conselheiros: “Como um cão vive o declínio de uma pessoa amada?”. Arden e Beau vão lhe revelar o enigma e orientá-lo para uma vida nova, com desafios profissionais mais ambiciosos e vida amorosa menos exclusivista.
E quem disse ser impossível filosofar em português? Temos, sim, nossos pensadores nacionais. Alguns se dedicam a difundir condutas éticas. A coletânea Nós e Nossos Cães: 50 Pessoas Contam como os Cachorros Mudaram Suas Vidas, de Cacau Hygino, traz casos curiosos. O yorkshire-terrier Baby, por exemplo, ajudou a jogadora de vôlei Virna a vencer a separação e a ausência do filho, que foi morar com o pai. Hoje, Virna leva Baby em suas excursões pelo mundo.
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| Marley e Eu – Vida e Amor ao Lado do Pior Cão do Mundo John Grogan Prestígio, 272 págs. Um relato real sobre como o labrador Marley revolucionou a vida do autor para depois dominá-lo inteiramente | Nós e Nossos Cães: 50 Pessoas Contam como os Cachorros Mudaram Suas Vidas Cacau Hygino Globo, 224 págs. Eles fizeram a cabeça de celebridades, de Virna a Zeca Pagodinho | Meu Chapa – Aventuras pelo Brasil com um Cão muito Louco Fábio Lamachia Geração, 240 págs. Um labrador paulistano arrasta o autor a uma romaria pelo Brasil em busca da iluminação |
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| De Bagdá, com muito Amor – Um Soldado e um Cachorro na Guerra do Iraque Jay Kopelman Best Seller, 218 págs. Lava revela a essência da vida a um coronel americano no Iraque | Minha Vida, Meus Cães – Um Amor Incondicional, uma Lição de Vida Mark Doty Larousse, 182 págs. A dupla de retrievers Arden e Beau ajudou o autor a superar a morte do namorado | Orson – Um Cachorro para Toda a Vida John Katz Prestígio, 192 págs. Recomendado por Marley, o livro revela como um border collie e seu dono conseguiram trocar de papéis |
O maior filósofo brasileiro do gênero atende pela alcunha de Chapa. É um labrador negro paulistano que sai com seus aprendizes, o cão Farofa e o dono, em uma aventura pelo Brasil profundo, em busca de luz. O resultado das peregrinações dos três é o livro Meu Chapa – Aventuras pelo Brasil com um Cão muito Louco, de Fábio Lamachia. Hoje, o trio vive com as famílias entre São Paulo e Trancoso, na Bahia. Quando Chapa está na praia, Farofa toma seu lugar. “Os animais se entregam”, diz o autor, inspirado nos grunhidos de seus pets. “Sem reservas. E, nós, seres humanos, também, quando aprendemos que só isso é que vale mesmo a pena.” Nada como uma lambida após a outra para iluminar o caminho das pessoas e fazê-las sair da caverna. Au! au! Acordai, humanidade!
ESTAREMOS NA EXPOSIÇÃO
NACIONAL DE BRAGA NOS DIAS
15 E 16 DE NOVEMBRO COM
DEMONSTRAÇÕES DE
MONDIORING E COM UM ESPAÇO
PARA DE DIVULGAÇÃO DA
MODALIDADE

CLASSIFICAÇÃO NIVEL 3 Pontos 359,66 345 343,5 327,66 319 319 311,5 306,66 298 297 287,16 287 280 275 271,66 270 264,5 264,33 258,5 253 247,5 245,5 245 245 240 234 229 218,5 215 214,66Concorrentes Cão Raça Andrykowski Tom Valmy Du Haut De L'Arize P.B. Mal SVI Vanden Breeden Jean Jacques Boby P.B. Mal BEL Selz Julian Warras Vom Wolfsprung P.B. Mal SVI Laurier Christian Ana De La Petite Renardier P.B. Mal FRA Cabenet Christian Tzigane Du Haute de l' Arize P.B. Mal FRA 320,66 Geller Lisa Mangouste De Loup de Soleil P.B. Mal USA 320 Eva Renz Shaka De La Citè Des Fouchault P.B. Mal SVI Gervasio Kristian Unic de Vulcain P.B. Mal ITA Huyghe Gerdi Apie Van De Duvetorre P.B. Mal BEL Monforte Giuseppe Tyson du Boys Du Grand Val P.B. Mal ITA Laqueux Reynald U2 De La Tanier D'Or P.B. Mal FRA Emma Svensson Blackneck's Xa P.B. Mal SVE Mazza Valeria Naik P.B. Mal ITA Limbourg Johan Ares P.B. Mal BEL Marchetti Maurizio Brigand P.B. Mal ITA Munteanu Nicoletta Tanit Des Crocs De L'Olympe P. Hol. BEL Raemy Marc Urak de Vulcain P.B. Mal SVI Poggio Sara Indrart P.B. Mal ITA Carole Renaud Ullan Du Clos Champcheny P.B. Mal SVI Alves Celso Rara Du Scialet Vincent P.B. Mal POR Novak Sharon O'Br-On'S Ysha Rose P.B. Mal USA Alexandre Gilles Polka Du Domaine De Boogie P.B. Mal FRA Lopez David O'Drak De LaLorelei P.B. Mal SVI Michael Praig Piranha Le Bosseur P.B. Mal AUT Mariscal Angel Heroe De Lernemalm P.B. Mal SPA Marquinez Inaki Doc De Txakur-Bai P.B. Mal SPA Mormot Dominique Salgos De la Roche Fendue P.B. Ter FRA Bartlett Tim Fiest Du Lup de Soleil P.B. Mal USA Linet Achille Ajax Du Vieux Campagnard P.B. Mal BEL Wallis Neal Lyn Ak Av Nangijala P.B. Mal NOR Duchene Nike Zartos of the Silver Rails P.B. Ter BEL Frognet Albert Zorroh of the Silver Rails P.B. Mal BEL Lassen Michael Crack P.B. Mal DAN 176,5
CLASSIFICAÇÃO : Nível 2
Concorrentes | Cão | Raça | Pais | Pontos |
Helsen Jos | Kelistam Eboetes | Pb Malinois | BEL | 261,50 |
Munto Claude | Viktor Des Legendaires Vanova | P.Alemão | FRA | 257 |
Alves Celso | Garra De Duques | Pb Malinois | POR | 248,50 |
Zucher Anita | Arek De La Fribourgeroise | Pb Malinois | SVI | 244,50 |
Magnes Odd Erik | Bl Pelle Av Nangijala | Pb Malinois | NOR | 217 |
Eleutheriades Jordanis | Flex | Pb Malinois | GRE | 186,50 |
Alva Alexandre | Vitoria Da Casa De Lupus Nigrus | Pb Malinois | POR | 183 |
Helmis Costantinos | Rocky | Pb Malinois | GRE | 179 |
Jesina Wolfgang | Zamara Le Boseeur | Pb Malinois | AUS | 149 |
Rav Lisbeth | Unik Du Haut de L'aize | Pb Malinois | DAN | 146 |

CLASSIFICAÇÃO PREVISORIA : Nivel 1
Concorrente | Cão | Raça | Pais | Pomtos |
Therese Stoa | Alexia-Indie | PB Malinois | Nor | 194,50 |
Silvia Thaler | Kogan Vom Stapperweg | PB Malinois | Ita | 191,50 |
Messiaen Marc | Dingo Von De Haatjeshoes | PB Malinois | Bel | 190,50 |
Ferreira Nuno Gil | Gorek De Duques Negros
| PB Malinois | Por | 188,50 |
Erb Christian | Forrest Gump di Casa Shirak | Dobermann | Ger | 188,50 |
Hoiesen Renee | Br Jeanne D'Ark Av Nangijala- D'Ark
| PB Malinois | Nor | 186 |
Stewien Christian | Jack Vom Fothof | PB Malinois | Ger | 185 |
Franco Edmundo | Goya De Duques Negros | PB Malinois | Por | 182,90 |
Anna Lattaro | Fallingwater's Absolute Beginner | PB Malinois | Ita | 180 |
Bachmann Livia | Arick Du Domaine Saint-Loup | PB Malinois | Dan | 179,50 |
Stefan Bittner | Ike Le Bosseur | PB Malinois | Aus | 178,50 |
Assahida Diogenes | Colt Derhund | PB Malinois | Bra | 178,50 |
Jurgen Wolf | Elgos Le Bosseur | PB Malinois | Aus |
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Pobokovsky Andre | Vint Du Val Des Hurles Vent | P.Tedesco | Rus | 175,50 |
Ming Heidi | Fly Von Der Guldemburg | PB Malinois | Ch | 175 |
Averina Olga | Brande Mali Hrom | PB Malinois | Rus | 173,50 |
Sousa Tiago | Gipsy De Duques Negros | PB Malinois | Por | 172 |
Shmonina Irina | Fameux Des Leus Chapellois | PB Malinois | Rus | 164 |
Scherbachov Oleg | Urman S.Valentinovskogo Polya | P. Tedesco | Rus | 161,50 |
Boitier Yann | Apaches Des Clans De La Pleine Lune | PB Malinois | Fra | 160 |
Mattis Leonardo | Vercingetorix Du Val Des Hurles Vent | P.Tedesco | Bra | 154 |
Monika Kozelka | Santanos Le Bosseur | PB Malinois | Aus | 147 |
Christiansen Peder | Faust Van De Duvetorre-Emil | PB Malinois | Nor | 149 |
Stuck Christina | Crazy De L'Arcane Des Loups | PB Malinois | Dan | 139 |
Ravn Thomas | Pote Malin Aaron | PB Malinois | Dan | 134,50
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Ammann Lucas | Cido Du Calvaire Aux Acacias | PB Malinois | Dan | 130,50 |
Oliveira Pedro | Veruska da Casa Lupus Nigrus | PB Malinois | Por | 121,50 |
Manicardi Martina Zelinda del Nakuru PB Malinois ITA 99,8
MONDIORING III
1º Class. Celso Alves com Rary du Scialet Vicent -335p. CaneUtile
MONDIORING II
1ºClass.Alexandre Alva - Vitoria C.Lupus Nigrus -270p.Dog Teacher
2º Class.Celso Alves - Garra de Duques Negros - 261p.CaneUtile
MONDIORING I
1º Class.Edmundo Franco-Goya de Duques Negros-189p. CaneUtile
2ºClass.Nuno Gil Ferreira-Gorek deDuques Negros-178p.CaneUtile
3º Class.Tiago Sousa - Gringo de Duques Negros-177p.CaneUtile
4º Class.Tiago Sousa -Gipsy de Duques Negros -174p.CaneUtile
5ºClass Pedro Oliveira-Veruska da Casa luous Nigrus-102p-UltraK9.
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A polícia religiosa saudita, "Mutawa", proibiu a venda e compra de cães e gatos em Riade, ao abrigo de uma lei que considera uma violação do Islão a presença destes animais em espaços públicos como centros comerciais e jardins.
A autoridade começou a enviar cartas com esta determinação aos locais onde se vendem os bichos.
O chefe da "Mutawa" na capital saudita, Ozman al Ozman, explicou que a medida responde a uma ordem do emir de Riade em funções, príncipe Sattam bin Abdelaziz, que "proíbe a venda e a compra de cães e gatos, assim como a presença destes animais em espaços públicos, na companhia dos seus donos".
A disposição do príncipe baseia-se num decreto religioso, que, até à data, não tinha sido posto em prática.
Justificando a sua aplicação agora, o chefe da polícia religiosa, Ozman al Ozman, invocou o "crescente número de jovens" que "começaram a acompanhar os seus animais para lançar piropos às adolescentes e incomodar as mulheres em locais públicos, especialmente em centros comerciais".
A "Mutawa", que oficialmente é designada como Comissão para a Promoção da Virtude e Prevenção do Vício, está encarregue de vigiar o cumprimento por parte dos habitantes da Arábia Saudita das normas islâmicas nos espaços públicos, como centros comerciais, cafés e jardins.
No mundo árabe, em geral, o gato é um animal puro, embora para a maioria dos muçulmanos os cães sejam vistos como animais impuros, pelo que muitas famílias não permitem a sua entrada em casa.
Duzentos e quatro cães-polícia, vindos de todo o país, vão participar nas operações de segurança dos Jogos Olímpicos Pequim2008, afirmou hoje a imprensa estatal chinesa.
"Estes cães são os melhores a detectar explosivos em toda a China, foram escolhidos depois de três processos de selecção", explicou um dos responsáveis da polícia de Pequim, citado pelo jornal China Daily.
Os animais já participaram em onze exercícios de detecção de explosivos e daqui a um mês, os cães e os seus treinadores serão destacados para os principais locais olímpicos, como o Estádio Nacional "Ninho de Pássaros" e a Aldeia Olímpica.
Esta semana, a imprensa estatal chinesa destacou o reforço da vigilância no metro, onde milhares de pessoas são revistadas todos os dias, e a entrada do aeroporto de Pequim na fase "olímpica" com novos equipamentos antiterrorismo e controlos mais apertados.
Ao mesmo tempo, Pequim introduziu novas restrições à política de renovação de vistos para os estrangeiros residentes na China e hoje anunciou a expulsão de oito atletas das competições desportivas depois uma forte campanha anti-doping.
Nos últimos meses, o discurso das autoridades chinesas tem reiterado a mobilização de meios e de medidas que visam garantir a segurança durante os Jogos de Pequim e eliminar potenciais ameaças, como "os independentistas tibetanos" e "os terroristas islâmicos" da província de Xinjiang.
O Instituto de Conservação da Natureza e Biodiversidade e o director do Zoo da Maia garantiram que os vestígios encontrados em S. Pedro de Fins, Maia, não são de um felino de grande porte, mas provavelmente de um cão.
"Não é nenhum leão, nem um tigre ou um leopardo. Se for um felino, é mais pequeno, como um gato bravo, mas inclino-me mais para que seja um cão", afirmou à agência Lusa João Loureiro, do Instituto de Conservação da Natureza e Biodiversidade (ICNB).
Comentando rumores de que andaria um leão ou outro grande felino à solta em S. Pedro de Fins, onde foram encontradas pegadas de nove centímetros num terreno, árvores marcadas por supostas garras e danificados uns fardos de palha e umas videiras, o responsável desvalorizou a gravidade da situação.
O alerta foi dado sábado à GNR pelo proprietário de uma vacaria, mas, segundo João Loureiro, esta é uma denúncia recorrente desde há cerca de dois anos, em várias zonas desde Famalicão à Maia. "A diferença é que, neste caso, nunca ninguém viu" o animal, afirmou.
Conforme referiu, sábado à noite e domingo à tarde uma equipa de elementos da Protecção Civil da Maia e da GNR montaram batidas no local, sem que nada tenha sido detectado para além dos vestígios relatados.
"Foram detectadas pegadas com nove centímetros não se sabe do quê, pode ser um cão e nem precisa de ser muito grande", disse, acrescentando que, "por descargo de consciência", serão colocadas 4ª feira algumas armadilhas para tentar capturar o animal.
"No limite, pode até ser um bicho de um privado, que é posto de vez em quando à solta", sustentou, não pondo também completamente de parte a "hipótese muito remota" de se tratar de um lince ibérico.
Contactado pela agência Lusa, o director do Zoo da Maia adiantou estar de prevenção um técnico com uma arma com dardos que, caso seja necessário, poderá ser usada para adormecimento rápido do animal.
Também seguro de que não está à solta nenhum felino de grande porte, Carlos Teixeira salientou que "ninguém viu nada" e admitiu que se trate de um cão, um gato bravo ou um javali.
"Há um conjunto de vestígios que identificam que anda lá um animal, mas pode ser tudo menos um felino, que andaria faminto à procura de comida, nunca de feno", afirmou.
Também muito céptico, o coordenador da Protecção Civil da Maia garantiu que nas batidas efectuadas sábado e domingo, envolvendo equipas de meia centena de pessoas da sua unidade e da GNR, "não se encontrou nada".
"A hipótese de haver lá um felino ou outro animal são as mesmas de não haver", afirmou António da Silva Lopes, não descartando, mesmo, que se trate de "uma brincadeira".
Ainda assim, "e porque não se pode ficar de braços cruzados", António Lopes confirmou que serão montadas, 4ª feira, no local, armadilhas para tentar capturar o animal
Realizou-se dia 21 de Junho o 2º Troféu de
Mondioring Workdog
Juiz foi o Sr. António Bizarro
HA Edmundo Franco
Celso Alves
Luciano Amaral
Mondioring 1
Condutor Tiago Sousa Edmundo Franco Juan Pedro Tiago Sousa | Cão Gipsy de Duques Negros Goya de Duques Negros Golfo de Arrabi Gringo de Duques Negros | Escola Caneutile/Azeicão Caneutile CanZafra Caneutile/Azeicão | Pontuação 178 171.5 161.5 150.5 | Classificação 1º 2º 3º 4º |
Mondioring 2
Condutor Luciano Amaral Agostinho Silva Ildeberto Ferreira Alexandre Alva Ricardo Madureira António Crava
| Cão Elf de Duques Negros Guru de Duques Negros Erik Duques Negros Vitoria C.Lupus Nigros Naiobi Quai Golberger Land
| Escola Caneutile Caneutile Povoa Dog Center Dog Teacher Acana PowerDog/Q. Platano Bewidog Ultra k9/Acana
| Pontuação 239 230.5 218 215 201 185
| Classificação 1º 2º 3º 4º 5º 6º
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Mondioring 3
Condutor Celso Alves | Cão Rara du Scialet Vicent | Escola Caneutile | Pontuação 347 | Classificação 1º |
Testes de Sociabilidade
Ana Paula Reis com Baron Echo da Cruz Alta - Apto
Ana Paula Reis com Baron Edwin da Cruz Alta - Apto
Ana Paula Reis com Baron Benito da Cruz Alta - Apto
Ana Paula Reis com Ulla-Mia vom Gebranten Walde- Apto
Antonio Miguel Oliveira com Rubbie - Apto
Antonio Crava com Gordon du Clos D´Alsan - Apto
No feriado do 10 Junho decorreu no CNEMA em Santarém 13ª prova de Agility a contar para o campeonato nacional 2007/2008
Ao longo dos tempos, o CNEMA soube aproveitar o espectáculo do Agility em seu proveito e o Agility tem demonstrado que merece estar nos grandes palcos.
Para isso bastou olhar em redor da pista de Agility, com temperaturas acima dos 30º e ver a quantidade de pessoas que estavam a aplaudir .... Agility ao seu melhor nível.
A classificação foi a seguinte :
Infantis
1º – Voga & João Sousa – Educação
STD Grau I
1º – Channel & Isabel Guedes – Educação
2º – Amy & Rafaela Dias – Bomcãoportamento
3º – Aro & Daniel Carmo – Amigos Alão
Midi Grau I
1º – Nina & Gonçalo Amorim – Agidog
2º – Brownie & Isabel Florindo – Cãogurus
STD Grau II
1º – Ben & Sérgio Sousa – Educação
2º – Mell & Filipe Vilhena – Caniclube
3º – Nero & Sérgio Sousa – Educação
Midi Grau II
1º – Espirit & João Ferreira – Educação
2º– Wendy & Paulo Cruz – AC Amadora
3º – Eddie & Francisco Miranda – Cãogurus
Não seria justo comentar este grande evento da Ass.Amigo do Rottweiler na Madeira, sem em primeiro lugar agradecer e mencionar o seu grande impulsionador e organizador, foi ele: Ricardo Jesus. Este nosso associado, colocou um grande empenho e dedicação em promover a raça Rottweiler na região, facultando à A.A.R, excelentes condições para o efeito. O resultado, foi permitir, o evento mais completo até hoje realizado por esta Associação. Em três dias consecutivos, realizaram-se palestras, demonstrações práticas e acções sociais. Estas tiveram sempre como pano de fundo, a raça Rottweiler. A todos os Madeirenses que directamente e indirectamente colaboraram nesta iniciativa, dando a muitos portugueses, uma lição de civismo e inteligência, resta-me, com grande orgulho e humildade, agradecer um evento e um convívio que dificilmente será por mim esquecido. Parabéns Claúdio por mais este evento muito importante para esta raça que amamos ...... |
Até os pais mais realistas subestimam, por vezes, o tempo e a energia necessários para tomar conta de um recém nascido. Com a chegada de um novo bebé, o seu cão vê-se destronado do 1º lugar de todas as atenções. E como é que pode ter a certeza de que não se tornará ciumento?
Os cães variam bastante no modo como reagem à chegada de um novo membro da família. No entanto mesmo o mais meiguinho dos cães, nunca deve ser deixado sozinho com um bebé.
Poderá, no entanto, ajudar o seu cão a aceitar o seu novo papel com algumas medidas simples.
É importante manter o seu programa diário, mas pode começar a introduzir pequenas alterações pelo menos cerca de um mês antes do nascimento da criança. Por exemplo se a rotina de exercícios diários mudar de longos passeios para um exercício no quintal, comece desde cedo a fazer gradualmente a mudança.
Vai restringir a sua liberdade ao colocar protecções para o bebé à entrada das portas? Comece a instalá-las antes do nascimento. Se as mudanças forem feitas gradualmente e bastante tempo antes do nascimento do bebé, o seu cão habituar-se-á melhor à criança.
Deixe-o cheirar algumas roupas da criança.
Assim que o bebé nascer, e enquanto ele estiver no hospital, leve para casa algumas roupas com o cheiro do bebé. Também é bom gravar os barulhos e o choro da criança, e deixar que o cão os ouça para observar a sua reacção e aclimatá-lo aos sons que não lhe são familiares. De um modo geral os cães mostram algum interesse, mas pouca agitação. Se o seu cão se mostrar particularmente zangado com os sons do bebé, peça ajuda ao seu veterinário ou treinador.
Finalmente, quando a criança vier para casa, esteja preparado com uma trela e coleira para melhor controlar o seu cão. A trela é preferível a reprimendas constantes quando o cão salta excitado por ver a sua "mãe" de novo. Outro adulto pode segurar no bebé enquanto a mãe e o cão se cumprimentam. Quando todos se tiverem acalmado, pode deixá-lo (segurando-o sempre pela trela) cheirar os pezinhos ou as mãozinhas do bebé,
Logo que a sua curiosidade esteja satisfeita, a maioria dos cães ignora o recém-nascido.
De qualquer modo, quer o bebé esteja a dormir ou acordado, nunca deixe o seu cão sozinho com ele.
“ Como muitos devem saber e até ter protestado, em 2007,Guillermo Vargas Habacuc, um suposto artista, colheu um cão abandonado de rua, atou-o a uma corda curtíssima na parede de uma galeria de arte e ali o deixou, a morrer lentamente de fome e sede.
Durante vários dias, tanto o autor de semelhante crueldade, como os visitantes da galeria de arte presenciaram impassíveis à agonia do pobre animal.
Até que finalmente morreu de inanição, seguramente depois de ter passado por um doloroso, absurdo e incompreensível calvário.Pois isso não é tudo: a prestigiosa Bienal Centroamericana de Arte decidiu, incompreensivelmente, que a selvajaria que acabava de ser cometida por tal sujeito era arte, e deste modo tão incompreensível Guillermo Vargas Habacuc foi convidado a repetir a sua cruel acção na dita Bienal em
Facto que podemos tentar impedir, colaborando com a assinatura nesta petição :![[dscn8146pu4.jpg]](http://bp2.blogger.com/_u-5G96kXr2o/R_JH2fTZXkI/AAAAAAAAA14/cCSih6IFGRA/s1600/dscn8146pu4.jpg)
http://www.petitiononline.com/13031953/petition.html
Uma cadela conseguir voltar para casa sozinha após uma viagem de cerca de 124km pelo deserto do Nevada, nos Estados Unidos, onde atravessou duas cadeias montanhosas. A Husky Siberiana Moon reencontrou o seu dono, Doug Dashiell, no dia 14 deAbril.
Estiveram juntos pela última vez no dia 6 de Abril num local distante aproximadamente 124km de Ely, cidade onde vivem.
Na ocasião a cadela fugiu do dono. Moon, com quase 2 anos, não apresentava ferimentos nem aparentava estar abatida após a longa jornada para voltar a casa.
Dashiell não esperava que Moon voltasse. "Depois de uma semana pensei que fosse impossível que ela voltasse.
Ela já fugiu outras vezes, mas voltava sempre para casa", afirmou Dashiell. Desta vez, não foi diferente.
Parabéns! Acabou de adoptar um cãozinho, ele não está treinado para a vida doméstica. Parece que o seu divertimento favorito é "regar" todos os cantos da casa despreocupadamente. Mas não desespere porque com alguma paciência tudo se resolverá.
Para um dono que nunca tenha treinado um cachorro, pode parecer que a tarefa vai ser fácil ou que o animal não precisa de treino nenhum. É obvio que isto não corresponde à verdade, especialmente se se trata de um animal que nunca tenha vivido em casa.
E o que pode acontecer?
Muitas vezes quando o dono leva o cão a passear para ele fazer as suas necessidades, ele limita-se a fazer umas pinguinhas aqui e ali. Logo que regressa a casa parece descarregar tudo de uma vez! Porque é que eles se comportam desta forma?
Geralmente não é aconselhável que regresse a casa logo que o seu animal tenha feito as suas necessidades. Se o seu cão gosta de passear (e qual é que não gosta?) pode interpretar o regresso a casa como um castigo. Assim vai tentar atrasar ao máximo o regresso, urinando umas pingas aqui e ali. Quando ele tiver feito as suas necessidades continue o passeio durante mais algum tempo. Desta forma ele já não vai associar o acto ao regresso a casa. A associação negativa deixa de existir.
Tempo e paciência
Tal qual os bebés humanos, os cachorros bebés não entendem a diferença entre "fazer" dentro de casa ou for a. Trata-se de uma acção involuntária natural com a qual nunca se tiveram de preocupar. Por isso quando lhe faltar a paciência, tente colocar-se na pele do seu cachorro e imagine como ele deve sentir-se confuso. Lembre-se que o seu cão, apesar de todas as suas virtudes, não pode sempre fazer exactamente o que o dono quer. Nunca deve bater-lhe ou esfregar-lhe o focinho na porcaria para o "ensinar". Para além de ser cruel só vai assustá-lo e ensina-lo a ter medo de pessoas.
Por vezes, por ansiedade ou porque se assustou, ele poderá descuidar-se. Acontece aos melhores! Tente sempre utilizar a técnica da associação positiva e felicitar o seu cão (dando-lhe um biscoito, etc) quando ele faz as necessidades onde é suposto. Não se esqueça que os cães adoram agradar ao seu dono e receber elogios dele.
Afinal, ensinar e treinar, faz parte do encanto de ter um animal de estimação. E a experiência de o fazer é sempre gratificante.
CENTRO DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO DISPLASIA DA ANCA
A Displasia coxo-femoral foi descrita no cão no ano de 1935. A diferença entre o homem e o cão é que a displasia coxo-femoral no cão é uma doença hereditária, mas não é congénita: o cão não nasce com displasia, mas devido à influência de factores ambientais, alimentares, excesso de exercício, etc., e unida a um importante componente genético, origina-se um desequilíbrio entre a massa muscular e o desenvolvimento esquelético, resultando numa falta de congruência entre o acetábulo e a cabeça do fémur.
Basicamente temos dois tipos de displasia:
1 - Acetabular: Típica no Pastor Alemão e Labrador Retriever, em que existe aplanamento do acetábulo associado a uma escassa cobertura acetabular da cabeça femoral.
2 - Do colo do fémur: Caracteriza-se essencialmente pela alteração do ângulo femoral e na falta de pressão ao nível do acetábulo. A perda de contacto entre a cabeça femoral e o acetábulo provoca instabilidade articular e laxidão coxo-femoral, originando posteriormente a osteoartrose.
Afecta classicamente raças grandes e gigantes. Foi descrita em mais de 70 raças. A incidência é de 48% em S. Bernardos, 31% em Bullmastiff, 23 % Golden Retriever, 22% Rottweiller, 21% Pastor Alemão. Está descrita em raças pequenas como o Cocker Spaniel e inclusivamente em gatos (persa). Afecta de forma bilateral em 90% dos casos, não existindo predisposição sexual.
Factores que predispõem ao aparecimento da displasia coxo-femoral:
Factores Genéticos: O índice de heredatibilidade da displasia coxo-femoral é de 0,25% (baixa), e tem carácter poligénico (não se sabe quantos genes intervêm). Muitos animais podem mostrar um fenótipo normal com radiografia correcta, mas serem genotipicamente portadores do carácter displásico e transmitir à descendência, o que complica grandemente a sua erradicação. A constituição da própria raça é também um factor determinante na apresentação de displasia, assincronia entre o desenvolvimento ósseo e muscular (Ex.Labrador), morfologia intrínseca do acetábulo pouco profundo no Pastor Alemão, mais côncavo no Boxer, a angulação e orientação da cabeça do fémur no Mastin e Montanha dos Pirineus, e a laxidão articular típica do Pastor Alemão, explicam as diferentes percentagens de incidência em raças de peso e desenvolvimento ponderal similares.
Factores Ambientais: Um excesso de alimentação. Ligado, geralmente, à alimentação "ad libitum" influencia a velocidade de crescimento do animal. Um animal jovem, com uma arquitectura óssea ainda não compacta, que tem de suportar um peso excessivo poderá estar disposto a desenvolver Displasia da Anca. A sobrealimentação com dietas de elevado teor energético cálcio, vitaminas, etc. devem ser evitadas sobretudo na idade máxima de crescimento, entre os 3 e os 8 meses de idade.
Exercício: factor a considerar na etiopatologia da displasia da anca. Exercícios violentos incrementam a laxidão articular. Um exercício moderado que permita um desenvolvimento muscular apropriado aumenta a estabilidade articular e ajuda a prevenir a displasia da anca.
Sintomas Clínicos:
São muito variáveis e com uma certa independência das lesões osteoartrósicas, radiologicamente evidentes. Não há um paralelismo entre sintomas clínicos e sinais radiográficos, apresentando-se um amplo leque de possibilidades desde animais displásicos assintomáticos a animais paraplégicos.
Uma marcha anormal, juntando os curvilhões, dificuldade em levantar-se ou saltar, dor à manipulação da extremidade sobretudo em hiperextensão, etc., são sinais sugestivos de displasia que terão de ser confirmados com radiologia.
Classicamente distinguimos dois grupos de animais com sintomatologia clínica:
*Animais jovens de 6 a 12 meses de idade que manifestam sinais de forma, mais ou menos, intermitente e transitória. Este facto deve-se à existência de microfracturas. Dolorosas, que acontecem sobretudo no bordo acetabular por laxidão articular. Posteriormente a rápida ossificação das mesmas leva a um desaparecimento mais ou menos transitório da dor.
*Um segundo grupo de animais estaria representado por animais de 4 a 5 anos ou mais quando já se estabeleceram lesões irreversíveis de osteoartrose. Nos animais jovens podemos tentar realizar um diagnóstico precoce da laxidão articular mediante o teste de Ortolani. Coloca-se o animal em decúbito lateral, pressiona-se o joelho na direcção do trocânter o que facilita a luxação da cabeça femoral. Mantendo a pressão, movemos a extremidade para o exterior (abdução), o que vai provocar a recolocação da cabeça do fémur no interior do acetábulo. Em cachorros com laxidão articular (predisposição para a displasia), notamos um ruído quando a cabeça femoral recupera a sua posição normal.
O valor diagnóstico é discutível, já que se é positivo o animal geralmente terá displasia, se é negativo a dúvida persiste.
O sinal de Bardens também se utiliza para determinar o excesso de laxidão articular de forma precoce em cachorros. Consiste em tentar separar a cabeça femoral do acetábulo mediante uma força de abdução alta, com o animal posicionado em decúbito lateral. Cerca de 75% dos animais positivos a estes testes serão displásicos na idade adulta.
Diagnóstico radiológico:
O estudo radiológico é actualmente o único meio de diagnosticar a displasia coxofemoral. No Pastor alemão, por exemplo a fiabilidade de detecção por radiografia é de 16% aos 6 meses de idade, 70% ao ano de idade ,82% aos 18 meses de idade e 95% aos 2 anos de idade.
A radiografia oficial deve ser feita aos 18 meses (nunca em fêmeas em cio).
A técnica radiológica standard, aceite universalmente, requer a sedação ou anestesia do animal, colocando o animal em decúbito dorsal com os posteriores distendidos, paralelos e submetidos a rotação interna, de modo que as rótulas se situem sobre a tróclea do femur, evitando a rotação da pélvis. A simetria deve ser perfeita.
A classificação dos graus de displasia varia segundo os países. A classificação aceite no nosso país, é a proposta pela Federação Cinológica Internacional. (FCI)
| Nenhum sinal de displasia | Grau A |
| Forma de transição | Grau B |
| Displasia Leve | Grau C |
| Displasia Moderada | Grau D |
| Displasia Grave | Grau E |
Com a finalidade de realizarmos a leitura correcta da radiografia recorremos a medidas coxométricas:
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| Radiografia Oficial FCI | Leitura do ângulo de Norberg - Olson |
Ângulo de Norberg-Olson
Ângulo Cervico-Diafisário
Ângulo de retro e anteversão
Cobertura Acetabular
Tratamento:
Conservador:
Previne a prevenção da lesão cartilaginosa articular no cão jovem e o alívio da dor secundária à artrose no cão adulto. Repouso, redução do peso e uso controlado de antiinflamatórios.
Cirúrgico:
As técnicas cirúrgicas de tratamento da Displasia da Anca destinam-se a suprimir a dor ou a corrigir as más formações articulares.
PECTINECTOMIA:
O músculo pectíneo actua como aductor. A contracção deste músculo numa anca displásica predispõe à subluxação e aumenta a dor. A Tenotomia ou tenectomia do pectíneo consegue obter um efeito antiálgico a curto prazo, mas não modifica a progressão dos sinais de osteoartrose.
A maioria dos pacientes volta a demonstrar sinais clínicos num futuro mais ou menos próximo em função da idade e do grau de osteoartrite presente, no momento da cirurgia. Em casos muito específicos recomendamos esta cirurgia.
OSTEOTOMIA TRIPLA:
A osteotomia tripla do púbis, isquíon e ilíon, liberta a parte acetabular, de forma a que se pode reorientar, conseguindo uma maior congruência da mesma com a cabeça femoral, diminuindo assim, a laxidão da cápsula articular, e evitarmos as lesões degenerativas da articulação.
O candidato ideal para uma osteotomia tripla é um animal com displasia acetabular de 7 a 12 meses de idade com laxidão articular que clinicamente manifeste sintomatologia e que não apresente sinais de degeneração articular. Podemos rodar o acetábulo 20, 30 ou 40º.
O Hospital Veterinário do Porto com uma equipa cirúrgica chefiada pelo Dr. Mário Santos, tem vindo ao longo de 4 anos, a realizar as osteotomias triplas em muitos animais afectados, por esta doença de todas as regiões do país. Cremos que é o melhor método cirúrgico para corrigir a displasia, sendo a selecção dos pacientes, assim como, a idade, de primordial importância para que o êxito seja de 100%.
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A rotação no caso acima descrito foi de 30 º ,a radiografia foi efectuada após a cirurgia. Podemos verificar a introdução total da cabeça femoral no acetábulo no pós cirúrgico.
DARTROPLASTIA:
É a cirurgia mais recente que utilizamos para corrigir a displasia em animais que já passaram os 12 meses de idade e que já não podem realizar uma osteotomia tripla. Contudo não são candidatos a uma cirurgia de prótese da anca ou muito menos a uma artroplastia por excisão.
A cirurgia consiste em aumentar o acetábulo com uma técnica bastante eficaz e que mantém a cabeça do fémur estabilizada.
Temos vindo a realizar esta técnica, desde há dois anos, conseguindo resultados extraordinários.
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ARTROPLASTIA:
A excisão da cabeça do fémur só deve ser utilizada como último recurso.
O fim que perseguimos é a supressão da dor, eliminando a articulação. A recuperação funcional é mais lenta.
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PRÓTESE TOTAL DA ANCA:
A substituição da articulação coxo femoral em animais com osteoartrose por uma prótese é uma técnica cada vez mais utilizada.
Geralmente utilizam-se próteses cimentadas com uma percentagem de êxito 60 a 100% em função da técnica utilizada.
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Começou a era dos caninos e Felinos com microchips integrados em Portugal. A partir de hoje, todos os cães nascidos em Portugal, vão ter de usar microchips.
O Sistema de Identificação de Caninos e Felinos (Sicafe) entrou hoje em vigor. A nova lei, que havia sido decretada em 2003, prevê que, de ora em diante, todos os cães registados pelos respectivos donos passem a usar, obrigatoriamente, microchips que os identificam.
Até ao dia de hoje, o implante de microchip já era obrigatório para cães de caça, raças perigosas ou que estivessem em exposição para efeitos comerciais.
O Sicafe é gerido pelo Ministério da Agricultura e tem por base a recolha de registos de animais de estimação nas juntas de freguesia do País. Segundo o Público, o Sicafe conta já com mais de 208 mil cães e gatos registados.
A esta base de dados há que juntar uma segunda, que dá pelo nome de SIRA e é gerida pelo Sindicato Nacional dos Médicos Veterinários. Actualmente, a SIRA conta com mais de 243 mil cães e gatos registados nas clínicas veterinárias privadas.
O uso de microchips tem por objectivo a identificação de animais de estimação e o controlo de cães de raças consideradas perigosas.
O chip, que identifica igualmente o proprietário do animal, tem as dimensões de um grão de arroz.
O implante é descrito como indolor.

Natascha tem cinco anos. É uma cadela Retriever Labrador e começou a carreira na GNR a detectar droga. O caso Maddie, no Verão do ano passado, levou o Comando da Companhia Cinotécnica (CCC) da GNR a reaproveitar as suas capacidades, tornando Natascha no primeiro canídeo português capaz de detectar vestígios de sangue.
O desaparecimento da menina inglesa Madeleine McCann, em Maio de 2007, na Praia da Luz, levou a Polícia Judiciária a desencadear uma megainvestigação. A necessidade de descobrir vestígios no quarto do empreendimento de onde a menor desapareceu obrigou a PJ a ponderar a utilização de cães-pisteiros. Mas tanto a PSP como a GNR não possuíam animais capazes de detectar vestígios de sangue nem o cheiro a cadáver.
Três meses após o início das investigações, os polícias britânicos que no Algarve ajudavam os investigadores portugueses sugeriram mandar vir de Inglaterra a Keela e o Eddie – da raça Springer Spaniel. A cadela detecta vestígios biológicos, já o cão descobre cheiro de cadáver.
A GNR decidiu entãotreinarumcão paradescobrirsangue. Foram mantidos os grupos especializados em protecção e socorro, tendo sido criadaumaequipa de investigaçãocriminal.'Trata-sedeuma equipa com nove cães treinados nesta área',dizaoCMocomandantedo Companhia Cinotécnica, capitão Costa Pinto.
Neste grupo ‘canino’, só a Natascha – nascida nas instalações da CC, na Escola da Guarda, em Queluz – é capaz de detectar vestígios de sangue. 'Os outros animais estão especializados em outras valências, entre as quais a detecçãodeodoresdecadáveres,ajudando assimàlocalização dos sítios onde esses corposestiveram', acrescenta o oficial.
ANataschafoi treinada inicialmente para detectar estupefacientes. Uma análise mais exaustiva às suas capacidades acabou por levar a que acabasse direccionada para a detecção de sangue.
'Três cães, todos de diferentes raças, iniciaram formação direccionada para a busca de vestígios de sangue em locais de crime. Só Natascha conseguiu ter sucesso', recordou o capitão Costa Pinto.
Após nove meses de trabalho, a cadela terminou a formação em meados de Abril. Segundo o comandante da CC, 'foi fundamental o contacto com a empresa inglesa que formou a Keela e o Eddie, os springer spaniel usados no Algarve, nas buscas do caso Maddie McCann'.
Para já, a GNR ainda não recebeu qualquer solicitação formal de outra força de segurança para a utilização da Natascha. 'Em breve, esperamos ter um Cocker Spaniel a fazer o mesmo trabalho', diz o capitão Costa Pinto.
TICO DECISIVO NOS ODORES
O trabalho do Tico é decisivo. O Pastor Alemão, de sete anos, foi treinado para detectar odores humanos e o resultado do seu trabalho ajuda as polícias em investigações criminais complexas. Num caso de homicídio, em que a arma é apreendida, compete aos técnicos de Polícia Científica analisar as provas recolhidas da arma. Quando um suspeito é identificado, Tico entra em cena. 'Ele fareja os vestígios recolhidos na arma e os vestígios do suspeito. Caso coincidam, senta-se ao lado do recipiente que contém a amostra com o odor recolhido ao suspeito', explicou ao CM o capitão Costa Pinto, da Companhia Cinotécnica da GNR.
RUCA PERSEGUE CONTRAFACÇÕES
São as partículas químicas espalhadas à superfície dos CD e DVD que despertam a atenção de Ruca. Este Labrador preto, de cinco anos, é o primeiro canídeo de uma força de segurança especialista em detectar contrafacções de audiogramas e videogramas. A formação do animal foi despoletada, segundo o capitão Costa Pinto, da GNR, 'devido às necessidades manifestadas por entidades como a ASAE ou a Inspecção de Actividades Culturais'. 'O Ruca está treinado para agir em recintos de feiras e mercados', concluiu o oficial.
PORMENORES
CUSTOS
O capitão Costa Pinto, da Companhia Cinotécnica da GNR, não estimou ao CM o custo do treino de Natascha. No entanto, o oficial acrescenta que em alimentação e tratamentos a cadela custa cerca de 1,5 euros por dia. A GNR tem 310 cães.
CADÁVERES
A compra de novos odores fabricados em laboratório permitiu à GNR reforçar o treino de cães especializados na detecção de cadáveres em putrefacção.
"Hoje, estamos mais felizes e mais ricos". Foi desta forma que reagiu o casal de surdos, Armando e Glória Baltasar, ao receber, na manhã de ontem, na Quinta do Côvo, em Oliveira de Azeméis, Lana, primeiro cão para surdos entregue em Portugal. A secretária de Estado adjunta da Reabilitação, Idália Moniz, responsável pela lei que possibilitou a surdos e a outras pessoas com deficiência usufruírem de cães de assistência, confirmou que está a ser estudada a possibilidade destes animais virem a ser considerados uma "ajuda técnica" e assim usufruírem de apoio do Estado.
Lana, uma cadela de raça "pekinois", foi educada durante sete meses para ajudar surdos em várias tarefas básicas ou mais complexas, identificando fontes sonoras como o som do microondas, campainha da porta ou de um alarme de incêndio. Tarefas que aprendeu com distinção. "Tornaram-na mais dócil, meiga e obediente e adestraram-na de modo a executar grande número de tarefas que vão ser tremendamente úteis para o dia-a-dia", afirmaram Armando e Glória.
À semelhança deste casal, outros surdos poderão, agora, usufruir deste tipo de ajuda, como explicou Liliana de Sousa, presidente da Ânimas, Associação Portuguesa para a Intervenção com Animais de Ajuda Social, que promoveu a iniciativa. "Os cães de assistência são cedidos gratuitamente a pessoas de associações representativas de diversas patologias que no-los solicitem", informou.
Uma possibilidade que se abriu com a publicação do Decreto-Lei 74/2007 que consagrou a todos os cidadãos com deficiência sensorial, mental, orgânica e motora a possibilidade de os cães de assistência poderem acompanhá-los nos locais e transportes públicos, o que até então só era permitido aos cegos.
Uma lei que teve como impulsionadora Idália Moniz que "confessou" que a alteração legal se ficou a dever à notícia que leu sobre o caso de Ana Isabel, uma jovem que sofre de doença neuromuscular e que foi impedida de entrar na universidade com o seu cão de assistência.
Moscovo, 18 Jun (Lusa) - Organizações Não Governamentais (ONG) russas de defesa dos direitos dos animais apelaram terça-feira ás autoridades para que seja adoptada uma legislação que proteja os cães abandonados, que actualmente fazem parte integrante da paisagem urbana das grandes cidades russas.
"O Estado deve adoptar uma lei que obrigue os criadores de cães de raça a pagar uma taxa e que isente de taxa aqueles que adoptem cães errantes", afirmou a presidente do Centro Vita de defesa dos direitos dos animais, Irina Novojilova, em conferência de imprensa em Moscovo.
Após a queda da URSS, vários cidadãos russos iniciaram-se na criação de cães de raça.
Os animais não vendidos, assim como os abandonados pelos seus donos, começaram então a errar pelas ruas, chegando a formar enormes matilhas.
Muitos desses cães são frequentemente capturados e mortos em centros especializados, dependentes dos municípios.
"Estes animais são sistematicamente mortos com substâncias que os fazem sofrer", afirmou Novojilova.
"O curare (um veneno com acção paralisante) é a principal substância utilizada na Rússia para matar os animais", informou Tatiana Bardioukova, presidente da Associação de Veterinários russos.
Um projecto de lei sobre os direitos dos animais foi adoptado pelo Parlamento russo em 1999, antes de ser rejeitado por Vladimir Putin, na altura presidente interino.
Os criadores de cães de raça, os investigadores e os governadores do Grande Norte russo, que tem um papel importante no comércio de peles, opuseram-se na altura fortemente a essa lei.
Moscovo, uma cidade com dez milhões de habitantes, conta actualmente com cerca de 26 mil cães vadios, segundo o Instituto de Defesa do Ambiente e da Evolução Severtsov.
Em São Petersburgo, onde há cerca de cinco milhões de habitantes, há entre cinco mil e sete mil cães vadios.
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